Flores e intuição
Há decisões que pertencem à razão. Outras parecem nascer de um lugar mais profundo, onde corpo, mente e alma reconhecem caminhos antes mesmo que possamos explicá-los. Às vezes, o caminho se revela antes mesmo de entendermos por quê. Sempre foi assim. Situações decisórias, você aciona seus neurônios e começa a fazer contas, check-lists, buscar estatísticas, recorrer a antigas experiências e ouvir conselhos. Então toma uma decisão. Consciente. Analítica. Mas, num piscar de olhos, surge um flash de pensamento. Ou um incômodo na boca do estômago. Ou, como acontece comigo, ambos... acompanhados de um sonho revelador. Eis a "delicada" cutucada da intuição. E quase nunca levamos isso a sério. Atualmente, porém, a própria Ciência tem voltado seu olhar para os chamados insights intuitivos. O psiquiatra Carl Gustav Jung comparava a intuição a uma bússola interior que, por meio do inconsciente, utiliza nossos sentidos para produzir conclusões independentes da realidade concreta. Para m...